Fundação Solidariedade Pequenos e Médios Produtores de Vinho do Porto
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O DECRT. Nº21:883 DE 1932.


 

A razão pela qual juntamos este decreto de 1932 é para lhe mostrar que os Homens não mudam.

Já à cerca de 3 séculos foi a mesma coisa, as guerras sangrentas entre os tavoras e o Marquês de Pombal só pararam quando ele morreu e mesmo após a sua morte as batalhas entre exportadores e agricultores continuaram em que os exportadores e os agricultores não se entendiam o que fazia com que nem uns nem outros ganhassem dinheiro.

Como na altura o Dr. Oliveira Salasar precisava de dinheiro e naquela data o Vinho  Do Porto era  a maior fonte de entrada de devisas resolveu criar esta lei nº21:883 na qual nem o produtor podia exportar nem o exportador  podia produzir.

Após o dia da Revolução (25 de Abril de 1975) a ancia dos exportadores era tanta para começar a produzir que começaram a comprar todas as quintas que apareciam.

Deve ter sido nessa data que programaram esse projeto a longo prazo de fazer cair as vendas dos Vinhos Do Porto correntes até que, sem qualquer legislação e de acordo com o conselho interprofissional e o IVDP, resolveram acabar com a fase de estágio.

Como as vendas caíram para metade os exportadores (segundos estes) são quase auto abastecidos.

Outra alínea do decreto refere que o Vinho Do Porto tem que efetuar a etapa de estágio ( fase que dura no mínimo 3 anos) o que faz com que o Vinho adquira as suas qualidades que o tornam inconfundível.

Esta lei durou até há cerca de 2 ou 3 anos e ainda hoje (4/1/2018) há muito lavrador que desconhece que esta lei já não se aplica.

Os resultados são nefastos porque têm de ser aplicadas cargas de sulfitos o que são muito prejudiciais à saúde e consequentemente estragam a reputação ao Vinho Do Porto.

 

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Clica aqui para ver o Decreto-Lei Nº21:883
*Se necessário a transferência do ficheiro é possível.



Sabias que...
O Vinho do Porto é o único vinho licoroso que melhora as suas qualidades até ser bebibo?

 


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Pedido de Atualização do Decreto Lei 21:883 de 1932

 

   Este decreto esteve atualizado até aos anos 90 +/-.
Resolveram então os grandes mestres da orquestra com a conivencia dos sucessivos presidentes do IVDP alterá-lo sem consulta prévia a todos os intervenientes .

 

 

Conclusão?

 

  Os pequenos e médios incluindo ainda alguns grandes proprietarios  que não engarrafavam foram obrigados  a vender as suas quintas porque o seu rendimento caiu para  metade só na produção do vinho do porto igual  50% do seu rendimento,e no mosto de 1200€ a pipa, passou a 800€ resultando num rendimento anual de 18%.

 

Ninguem pode viver com esta situação. Alguem diz quem é que está a ganhar  com este projeto?

 

Penso que ninguém.

 

 

    Desafio qualquer economista que venha provar que isto é uma medida boa e  economica para portugal, para a europa e para esses inteligentes que provocaram esta situação(os exportadores).

Veem ainda à praça publica  dizer que querem arrancar 5000  hectares de vinha nos próximos 10 anos.

 

   Se no proximo ano não começarem a estagiar os vinhos do porto corrente pelo menos 3 anos e se as vendas anuais do vinho do porto não subirem  para cima das 200 mil pipas, (não falo das 300 mil pipas que é obrigado a estarem em estágio) penso que os lavradores não vão a lisboa pedir dinheiro ao governo mas será o governo que virá á região para negociar com os lavradores,com respeito e dignidade e espirito de economia.

 

 

   É vergonhoso que haja um português  óh 2/3 que venha para a praça publica dizer que dentro de 10 anos teem que se arrancar  5 mil hectares de vinha , certamente que não é para lá ir plantar  eucaliptos porque  nem para isso o terreno serve.

 

 

   Neste momento não existem Vinhos do Porto correntes disponiveis nem com estágio ne sem estágio, sei de empresas que consultaram o mercado e a resposta foi lamentar mas não havia disponibilidade.

 

   Assumo a responsabilidade e peço a qualquer economista e peço ao sr. Ministro das finanças dr.mário centeno considerado o melhor economista e financeiro do mercado comum se isto é prejudicial a qualquer pequeno ou grande exportador.

Perdem-se milhões de euros anualmente por não se fazer promoção ao vinho do porto que é exclusivamente nacional e logicamente da europa.

 


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Sebastião José de Carvalho e Melo | Marquês de Pombal


Dr. Oliveira Salazar