A PRENDA DE NATAL DA PROVIN DO PORTO
A PROVINPORTO (Fundação de Solidariedade Pequenos e Médios Produtores de Vinho do Porto) nesta época de amor, união e solidariedade tem para si um presente para por no sapatinho.
Veio a comunicação social e um jornal online informar que se devem arrancar 5000 hectares de vinha da Região demarcada do Vinho Do Porto plantada pelo Marquês de Pombal há mais de 3 séculos.
Jornal: "O Público" 2017 Setembro, 22
A todos os pequenos e médios produtores e a todos aqueles que são protagonistas neste mundo do Vinho Do Porto, desde produtores a consumidores, prometemos lutar exaustivamente e não só não arrancar os 5 mil hectares referidos em cima bem como ainda plantar nos próximos 10 anos mais 50 mil hectares respeitando, sempre a lei a que chamo de Vazos Comunicantes " Vendes 10 mil pipas, fabricas 10 mil pipas, vendes 20 mil pipas, fabricas 20 mil pipas."
Isto só se consegue com a cooperação de todos os atores do Vinho do Porto, inclusive o estado.
A Fundação de Solidariedade Pequenos e Médios Produtores de Vinho do Porto, PROVINDOPORTO deseja-lhe a si umas Boas Festas.
Pedido de Atualização do Decreto Lei 21:883 de 1932
Este decreto esteve atualizado até aos anos 90 +/-.
Resolveram então os grandes mestes da orquestra com a conivencia dos sucessivos presidentes do IVDP alterá-lo sem consulta prévia a todos os intervenientes .
Conclusão?
Os pequenos e médios incluindo ainda alguns grandes proprietarios que não engarrafavam foram obrigados a vender as suas quintas porque o seu rendimento caiu para metade só na produção do vinho do porto igual 50% do seu rendimento,e no mosto de 1200€ a pipa, passou a 800€ resultando num rendimento anual de 18%.
Ninguem pode viver com esta situação. Alguem diz quem é que está a ganhar com este projeto?
Penso que ninguém.
Desafio qualquer economista que venha provar que isto é uma medida boa e economica para portugal, para a europa e para esses inteligentes que provocaram esta situação(os exportadores).
Veem ainda à praça publica dizer que querem arrancar 5000 hectares de vinha nos próximos 10 anos.
Se no proximo ano não começarem a estagiar os vinhos do porto corrente pelo menos 3 anos e se as vendas anuais do vinho do porto não subirem para cima das 200 mil pipas, (não falo das 300 mil pipas que é obrigado a estarem em estágio) penso que os lavradores não vão a lisboa pedir dinheiro ao governo mas será o governo que virá á região para negociar com os lavradores,com respeito e dignidade e espirito de economia.
É vergonhoso que haja um português óh 2/3 que venha para a praça publica dizer que dentro de 10 anos teem que se arrancar 5 mil hectares de vinha , certamente que não é para lá ir plantar eucaliptos porque nem para isso o terreno serve.
Neste momento não existem Vinhos do Porto correntes disponiveis nem com estágio ne sem estágio, sei de empresas que consultaram o mercado e a resposta foi lamentar mas não havia disponibilidade.
Assumo a responsabilidade e peço a qualquer economista e peço ao sr. Ministro das finanças dr.mário centeno considerado o melhor economista e financeiro do mercado comum se isto é prejudicial a qualquer pequeno ou grande exportador.
Perdem-se milhões de euros anualmente por não se fazer promoção ao vinho do porto que é exclusivamente nacional e logicamente da europa.
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