INFORMAÇÃO ÀS ADEGAS COOPERATIVAS E AOS PEQUENOS E MÉDIOS PRODUTORES
Venho lembrar aos Srs. Diretores e Presidentes das adegas cooperativas do vinho da região demarcada do Douro, que não criadas para a proteção dos grandes exportadores, mas sim para proteger e ajudar os pequenos e médios produtores.
O que está a acontecer depois de 30 anos é precisamente o inverso, até admito que muitos, ou todos, não se apercebem que estão a trabalhar para os grandes exportadores e não para os pequenos produtores, missão para a qual foram criadas. Essa situação deve ser corrigida, e já nesta campanha, para tal já se entrou em contato com a presidência do Crédito Agrícola a pedir para por em ação o Dec. Lei Nº 21883-3-7 Série de 18 novembro 1932, Caixa de Crédito Agrícola Mutuo, que foi criado para ajudar e proteger os agricultores a quem pertence essa caixa.
- Penso que nãofaz sentido nenhum que uma coisa que pertence aos agricultores, ande a trabalhar para a concorrência. Informa-se que, o primeiro pedido, quase na volta do correio, veio indeferido, na volta do correio, foi contestado, já lá vão quase 30 dias, devem estar a estudar o pedido.
- Compete a todos os envolvidos neste problema, estudar este processo e não esquecer que ainda há o caso do estágio mínimo para resolver.
Gonçalves Pedro

QUANDO JULGAM QUE VÊEM UM CÃO DANADO TODOS LHE ATIRAM
VEM ISTO A PROPOSITO DE UM ARTIGO QUE LI NO JORNAL DOURO HOJE DE 10/10/2018 UM ART. A ARTE DE VARRER O LIXO PARA BAIXO DO TAPETE.
Fiquei surpreendido visto que foi o único ,o P.S.D. na pessoa do seu presidente que foi atacado pelo EX. Ministro da Defesa, publicamente no Facebook acusando-o aproveitamento político no crime de roubo e encobrimento com a complacência do Sr. Ex. ministro da defesa, acusando-o QUE PARA GANHAR VOTOS NÃO VALE TUDO.
Se bem me lembro o Sr. Presidente do P.S.D. disse e muito bem que esse caso teria de ser tratado nos tribunais, de tal forma que obrigou o Sr. Ex ministro a vir a publico e não só escrito mas falado e discursado a espetar-lhe o cutelo no peito. O que não fez a qualquer outro partido e há dezenas, só o fez para atacar o partido e o seu presidente.
Se me perguntarem, aquilo que aconteceu ao ex ministro da defesa não acontecia a outro qualquer , eu digo que mesmo o mais prespicaz isso acontecia, no contexto em que as coisas se desenrolam na europa em que tudo me faz lembrar as guerras do Raul Solnado que pedia as armas ao inimigo para continuar a guerra e como sei que não é o dono que espreita o ladrão, é o ladrão que espreita o dono. Por tanto acontecia a qualquer outro!!!
Foi publicado um artigo no Facebook à cerca de 30 dias em que acusava o Sr. Ministro de não ter os setamot soterp e aconselhava-o a faze-lo agora, pinte-os e demita-se que não é desonra nenhuma .
Mas como tinha de passar por esse CALVARIO de SER OBRIGADO A PEDIR A DEMISSÂO, ISSO É QUE É DEZONRA. Mas a culpa não foi só dele.!!!
Em relação ao autor do artigo só peca por atacar o P.S.D. 3 vezes e 1 vez o seu presidente e de todos os outros partidos nem UMA só PALAVRA.
É BOM SINAL E GRATIFICANTE, OBVIAMENTE O VOTANTE VAI CERTIFICAR –SE SE É OU NÃO VERDADE OS DEFEITOS E ERROS DE QUE O ACUSAM , COMO POLITICAMENTE NÃO OS TEM VÃO VOTAR NELE.
OBRIGADO PELA AJUDA Á PROMOÇÃO QUE FAZEM AO FUTURO PRIMEIRO MINISTRO.
JOROGOP
Tolerância zero. Na vida não vale tudo (para).
Ao Exmo. Sr Rui Rio e Exmo. Sr Ministro da Defesa
Quando se decidiu a assumir o cargo de Presidente do Partido deve-se ter preparado para todos os ataques, mas estou convencido que não contava com tanta guerra e de todos os lados.
Quero informar que as eleições como o Sr sabe nunca foram ganhas com verdades, depois da democracia foram sempre ganhas com promessas e mentiras. Porque com verdades ainda nenhum as ganhou.
Conto com esse herói. Para tal a única coisa que nunca pode deixar vencer é a ganância e corrupção “que para mim uma provoca a outra. Mas estou convencido que irá vencer.
E quando os seus detratores se convencer que nem parte nem verga começam a voltar.
O que eles querem é lá estar.
Por mim que não tenho força para apagar um fósforo, mas pode contar comigo.
Tenho um rosário de contas para rezar pela verdade, igualdade e justiça.
Mas mais temos o maior escândalo do mundo depois de cerca de 40 anos e mesmo em Portugal que a grande maioria concebe mas ninguém diz nada.
TOLERÂNCIA ZERO
Exmo. Sr. Ministro da Defesa, na vida não vale tudo (para).
Foram palavras ditas por V. Exa e por toda comunicação social, falta de tolerância entre uma coisa que não merece ser discutida nos tribunais – O que é isso 1000 toneladas de munições e armas ligeiras, porque material pesado, uma dúzia de carros de combate, pouco mais dá logo as 1000 toneladas.
Não vale tudo para ganhar eleições. V. Exa quer que um candidato que é conhecido como pessoa de rigor e honesto, ganhe eleições com mentiras e promessas!?
V. Exa já pensou se uma Maria da Fonte vinha por aí abaixo até Lisboa para acabar com os corruptos e gananciosos e o Sr. Ministro da Defesa mandava as suas tropas ir buscar as armas e munições, chegava lá e não encontrava nada.
Sr. Ministro da Defesa, deixe lá esse candidato conhecido como pessoa honesta e trabalhadora, lutar pelo bem do País e do Povo e a V. Exa, já que ainda não teve os setamot soterp, faça-o agora, pinte-os e demita-se, que não é desonra nenhuma.
Não esqueça…, quando há tolerância zero nas estradas, há sempre dezenas de mortos, centenas de feridos nos hospitais e milhares de contra-ordenações passadas mesmo depois de avisados. Portanto, na qualidade de militar, sabe bem que um colega trai um amigo para subir na carreira.
Isto pode ter sido um projeto que falhou, ou alguém que o traiu, que, se calhar, come ainda com V. Exa à mesa. Porque, com hipócritas vale tudo para subir na vida.
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: "Reflexões sobre os usos/competências/danos experimentados pelas crianças e o papel das famílias na socialização digita" |
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ERC publica estudo Boom Digital? Crianças (3-8 anos) e Ecrãs
No Dia da Internet Mais Segura 2018, iniciativa europeia que arranca a 6 de fevereiro, a ERC – Entidade Reguladora para a Comunicação Social disponibiliza ao público, no seu sítio eletrónico, o ebook “Boom Digital? Crianças (3-8 anos) e Ecrãs”.
O volume integra textos de especialistas e de profissionais nacionais e internacionais que refletem, em relação à sociedade portuguesa e a estudos realizados noutros países europeus, sobre o modo como as crianças mais novas estão a crescer em contacto com a tecnologia digital, os usos que fazem dos ecrãs, as competências e literacias que vão adquirindo, as situações de dano que podem experimentar e os modos como as famílias intervêm nessa socialização digital.
Este estudo constitui mais um contributo no âmbito da terceira edição do projeto da ERC “Públicos e Consumos de Media”, desenvolvida em parceria com uma equipa de investigadores da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa coordenada pela professora Cristina Ponte, e sucede à publicação Crescendo entre Ecrãs. Usos de Meios Eletrónicos por Crianças (3-8 Anos) (ERC, Fevereiro de 2017).
Recordamos que se tratou de uma análise pioneira em Portugal sobre usos de meios eletrónicos por crianças de 3 a 8 anos, baseada num inquérito nacional e na observação de 20 famílias com crianças que acedem à internet.
Segundo os resultados desse inquérito, 38% das crianças dos 3 aos 8 anos acedem à internet. O acesso cresce significativamente com a idade: 22% das crianças de 3-5 anos e 62% das crianças de 6-8 anos. Crianças de famílias com estatuto socioeconómico alto são as que mais usam a rede. Os principais usos desta tecnologia são lúdicos: ver desenhos animados e filmes, jogar jogos, ouvir músicas.
O título interrogativo do ebook que hoje se disponibiliza procura destacar a ambivalência entre usos e projeções de risco.
Apesar de + de 2/3 dos pais serem utilizadores da internet, o estudo evidencia que se preocupam muito mais com esta tecnologia do que com a televisão, meio a que a maior parte das crianças assiste todos os dias. Na internet, os educadores projetam ideias de risco associadas ao seu contexto cultural e ao consumo dos chamados meios tradicionais (violência, linguagem inapropriada e nudez), a que se soma a preocupação com os contactos com estranhos.
Para o Vice-Presidente da ERC, Mário Mesquita, «este estudo sobre os usos da televisão e das redes digitais pelas crianças, além de constituir um relevante contributo para as orientações da ERC, representa também uma proposta de reflexão que disponibilizamos às famílias e aos educadores. Registo a exigência e a qualidade da investigação elaborada por professores da FCSH da UNL, dirigidos pela Prof.ª Cristina Ponte, respondendo a solicitação da ERC».
Cristina Ponte, responsável pela coordenação científica do estudo, salienta que «na televisão os pais têm a sensação que controlam. Nos outros meios digitais sentem uma fragilidade nas suas competências de observação e controlo. Daí a importância de as competências digitais (…) fazerem parte de uma agenda de formação e informação parental e das próprias crianças, capacitadora de saber lidar com riscos e de tirar partido das oportunidades».
O estudo “Boom Digital? Crianças (3-8 anos) e Ecrãs” está dividido em 7 capítulos:
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O 1º, da autoria de Ana Nunes de Almeida e Vasco Ramos (Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa), intitula-se “As crianças nas famílias em Portugal” e aponta o lugar das crianças na sociedade portuguesa contemporânea.
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O 2º, da autoria de Cristina Ponte, José Alberto Simões, Susana Batista, Teresa Sofia Castro e Ana Jorge (CICS.NOVA, da FCSH-UNL), tem por título “Educando entre ecrãs” e articula os resultados do trabalho de campo com os de estudos anteriores, junto de famílias de crianças mais velhas.
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O 3º, da autoria de Maria João Leote de Carvalho (CICS.NOVA, da FCSH-UNL), intitula-se “Crianças e meios eletrónicos em territórios socialmente desfavorecidos: um olhar sobre (outros) mundos da infância” e apresenta um olhar etnográfico sobre esses territórios a partir das vozes de crianças e suas mães e avós, onde se descobre a vontade de integração social pelo acesso e uso de meios digitais.
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O 4º, da autoria de Andrea Basílio (RTP), intitula-se “Como o Zig Zag mantém o seu espírito na onda da convergência” e apresenta os desafios que se colocam à programação do serviço público de televisão para estas idades.
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O 5º, da autoria de Nelson Zagalo (Universidade do Minho), tem como título “Jogos digitais na infância” e chama a atenção para fatores psicológicos que dão sentido ao fascínio das crianças pelo ato de jogar, em geral, e para diferenças entre géneros de jogos.
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Os dois capítulos finais (“Conselhos para diferentes tipos de pais sobre usos de meios digitais” e “Intervenção parental sobre os usos dos média por crianças mais novas: o olhar da Holanda”) trazem contributos de investigadores europeus sobre estas temáticas e idades, privilegiando as dinâmicas das famílias e considerando as suas diferenças e necessidades de aconselhamento. Os seus autores são Bieke Zaman, Sofie Vandoninck e Marije Nouwen (Universidade Católica de Lovaina, Bélgica) e Peter Nikken (Universidade Erasmus de Roterdão, Holanda).
A ERC relembra que disponibiliza as bases de dados de todos os inquéritos “Públicos e Consumos de Media”, de forma gratuita, à comunidade académica e centros de investigação interessados.
Lisboa, 6 de fevereiro de 2018
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Copyright © 2018 FUNDAÇÃO SOLIDARIEDADE PEQUENOS E MÉDIOS PRODUTORES DE VINHO DO PORTO
Junta Freguesia de Pinhão
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Pedido de Atualização do Decreto Lei 21:883 de 1932
Este decreto esteve atualizado até aos anos 90 +/-.
Resolveram então os grandes mestres da orquestra com a conivencia dos sucessivos presidentes do IVDP alterá-lo sem consulta prévia a todos os intervenientes .
Conclusão?
Os pequenos e médios produtores incluindo ainda alguns grandes proprietarios que não engarrafavam foram obrigados a vender as suas quintas porque o seu rendimento caiu para metade. Só na produção do vinho do porto igual 50% do seu rendimento,e no mosto de 1200€ a pipa, passou a 800€ resultando num rendimento anual de 18%.
Nenhum produtor pode viver com esta situação. Nem os grandes exportadores ganham mais com o mal dos outros.
Desafio qualquer economista que venha provar que isto é uma medida boa e economica para portugal, para a europa e para esses inteligentes que provocaram esta situação(os exportadores).
Veem ainda à praça publica dizer que querem arrancar 5000 hectares de vinha nos próximos 10 anos.
Se no proximo ano não começarem a estagiar os vinhos do porto corrente pelo menos 3 anos e se as vendas anuais do vinho do porto não subirem para cima das 200 mil pipas, (não falo das 300 mil pipas que é obrigado a estarem em estágio) penso que os lavradores não vão a lisboa pedir dinheiro ao governo mas será o governo que virá á região para negociar com os lavradores,com respeito e dignidade e espirito de economia.
É vergonhoso que haja um português, ou 2 ou 3 que venha para a praça publica dizer que dentro de 10 anos teem que se arrancar 5 mil hectares de vinha , certamente que não é para lá ir plantar eucaliptos porque nem para isso o terreno serve.
Neste momento não existem Vinhos do Porto correntes disponiveis nem com estágio ne sem estágio, sei de empresas que consultaram o mercado e a resposta foi lamentar mas não havia disponibilidade.
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Assumo a responsabilidade e peço a qualquer economista e peço ao sr. Ministro das finanças Dr.Mário Centeno considerado o melhor economista e financeiro do mercado comum se isto é prejudicial a qualquer pequeno ou grande exportador. |
Perdem-se milhões de euros anualmente por não se fazer promoção ao vinho do porto que é exclusivamente nacional e logicamente da europa.






